terça-feira, 28 de setembro de 2010

Panteras Negras, 1ª Edição:




Guillermo Fariñas Hernández (1962) é um ativista, psicólogo e jornalista independente cubano. É um dos mais conhecidos dissidentes cubanos, desde seus 23 anos, quando iniciou greves de fome para protestar contra o governo de Fidel Castro e depois de Raúl Castro. Já foi preso três vezes, resultando num total de 11 anos de prisão. Em 24 de fevereiro de 2010 começou uma nova greve de fome em protesto contra a morte, também por causa de uma greve de fome, de Orlando Zapata, e para exigir a libertação de vinte e seis presos políticos doentes. Ele foi diretor da agência de notícias Cubanacan Press. O jornal Granma afirmou que suas ações seriam chantagem. Fariñas recusou asilo político na Espanha oferecido em 10 de março.
No dia 11 de março de 2010 sofreu um choque hipoglicêmico e desmaiou, pela segunda vez. Foi levado até o hospital Arnaldo Milián, de Santa Clara, para tratamento. Posteriormente conseguiu recuperar sua consciência, mas permaneceu no hospital recebendo hidratação e glicose por via intravenosa. Permaneceu na UTI no dia seguinte, muito debilitado e possivelmente com uma complicação de origem renal pois não conseguia mais urinar, mantinha-se ainda consciente. Em 28 de março seu estado de saúde agravou-se pois contraiu uma infecção por estafilococos decorrente da utilização do cateter de alimentação, teve febre, sua pressão caiu e foram aplicados antibióticos.
Em 4 de junho de 2010 completou 100 dias em greve de fome. Finalmente, em 8 de julho de 2010, após 135 dias de greve de fome, findou o protesto, devido a intervenção da Igreja Católica de Cuba em negociação com o governo para liberar 52 presos políticos

2 comentários:

Nana Queiroz disse...

Maximo respeito!

Unknown disse...

valeu, sua visita, demai seu blog, curto pessoas com pessamentos revolucionarios, estou seguindo vc, beijos